artistas casadalapa no projeto vidas em obras

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ÁTILA FRAGOZO, nascido em São Paulo em 1981, tem como foco de seu trabalho intervenções urbanas e vídeo. Integrante do coletivo artístico casadalapa e Paulestinos realiza estas intervenções como lambedor, pixador, cenografias e vídeo-projeções em projetos inclusivos.

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CAUE NOVAES, Poeta e artista plástico. Formado em Ciência Política (2008) e mestre em Teoria Literária (2013) pela UnB, hoje cursa doutorado em Poéticas Visuais na USP. É um dos criadores do Coletivo Transverso, que desde 2011 realiza intervenções poéticas no espaço público a partir da criação literária e do desenvolvimento de técnicas como stencil, lambe-lambe, projeção e performance. Faz parte do coletivo Casa da Lapa desde 2014, quando trabalhou como agente cultural no projeto Casa Rodante no bairro da Luz, em São Paulo. As atividades do projeto incluíram realização de painéis murais com técnicas variadas de arte urbana, workshop de stencil e colagem de lambe-lambe para moradores, criação de hortas urbanas e distribuição de vasos. Realização de rodas de conversa sobre redução de danos com usuários de drogas. 

 

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CESAR MENEGHETTI. Artista visual e cineasta paulistano formado em São Paulo, Londres e Roma. A sua obra desde os anos 90 é caracterizada por um profundo interesse em questões sociais e um constante  indagar sobre as formas de linguagem. Seu trabalho artístico e cinematográfico é reconhecido  internacionalmente e exibido em mais 40 países: Biennale di Venezia (2013, 2011, 2005), Bienal de Sharjah, Bienal de Cerveira, Biennale Adriatica, MIS – SP, MAXXI, MACRO – Roma, Festival di Locarno 51 e 55 (Cinéastes du présent), Festival di Venezia 66 e 69 (Giornata degli Autori), Festival del Nuevo Cine de Habana, Festival “E’ tudo verdade”, Trasmediale, File, Loop, Currents, Videoformes, Videobrasil, etc. Prêmio FUNARTE de arte contemporânea 2011, Prêmio Brasil arte contemporânea 2010 (Bienal de São Paulo) Prêmio na IV Bienal Interamericana de Videoarte (Washington), Premio Globo Tricolore (2012), Nastro d’argento 1996, 2004, 2009 (SNCCI) e Prêmio Petrobrás Cultural 2002 e 2006. É um dos 99 nomes da antologia “Made in Brasil – 30 anos de vídeo brasileiro”, de Arlindo Machado e um dos 22 artistas contemporâneos analisados no volume “Arte Iperconteporanea” por Simonetta Lux.

 

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SATO DO BRASIL, é diretor de arte, designer gráfico, cenógrafo, fotógrafo, ilustrador e sushiman. Integrante dos coletivos casadalapa, Frente 3 de Fevereiro e Ocupe a Mídia. Seus ambientes vão do teatro, cinema, animação, sinalização até diagramação de livros e grafite, stencil e lambe-lambe. Nasceu no Rio de Janeiro pra lá do túnel e cresceu na ZN de São Paulo, onde a cidade acaba. Hoje vive na rua e no mundo.

 

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JULIO DOJCSAR, nascido em São Paulo em 1969, grafiteiro e cenógrafo, integrante do coletivo artístico casadalapa e da Frente 3 de fevereiro, tem seu trabalho focado em intervenções urbanas, cenografia para teatro de rua ou espaços não convencionais. Junto a frente 3 de fevereiro coordenou a realização de diversas intervenções urbanas no Brasil, em Berlim e na África do Sul todas ligadas a questões de cunho racial e a relação com o estado. Coordenador do projeto Casa Rodante, residência artística no Bairro da Luz realizado por integrantes da casadalapa e aliados.

 

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LAURA GUIMARÃES, Laura Guimarães criou o projeto Microrroteiros da Cidade em 2009 e, desde então, desenvolveu cerca de 600 diferentes textos espalhados em mais de 2.000 lambe-lambes pelas ruas de São Paulo e cidades como Recife, Olinda, Belo Horizonte, Lisboa e Napoli. Também participou de 12 exposições individuais e coletivas, como a Exposição Microrroteiros na Cidade na Praça das Artes –  projeção de 90 microrroteiros nas paredes do local além da empena de um edifício e o calçadão da av. São João; Exposição na Bienal Internacional do Livro 2014;  Exposição Microrroteiros da Cidade na Av. Paulista; Invasão de Microrroteiros no Sesc Palladium, em Belo Horizonte; Invasão dos Microrroteiros do Minhocão no centro de São Paulo para a Virada Cultural 2015; entre outras.

 

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MURILO THAVEIRA é ator, designer gráfico, músico, cenógrafo e iluminador. Formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, referência internacional de teatro, em iluminação foi assistente de Wagner Antônio, em cenografia foi assistente de Júlio Dojscar e Silvana Marcondes. Atualmente trabalha em conjunto com Sato onde desenvolve diversos trabalhos de direção de arte para teatro, cinema, dança e música e integrante do coletivo de artista da casadalapa, e também integra o coletivo de atores 28 Patas Furiosas que atualmente desenvolve o projeto lenz, um outro.

 

 

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PEDRO NOIZYMAN. Após cursar a faculdade de Cinema e Vídeo na Escola de Comunicações e Artes da USP, foi trabalhar com seu então professor, José Luiz Sasso, na JLS Facilidades Sonoras. Desde 2000 trabalhou como assistente de mixagem e, a partir de 2002, passou a assumir a mixagem de diversos curtas e longas-metragens. Desde então, são mais de 40 filmes mixados, dentre eles O Signo do Caos, de Rogério Sganzerla, Eu Me Lembro, de Edgar Navarro, A Via Láctea, de Lina Chamie, Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch e Entre Vales, de Philippe Barcinsky. Em 2005 passa também a editar som, tornando­se Sound Designer. Dentre seus trabalhos destacam­-se O Milagre de Sta. Luzia, de Sergio Roizenblit (2009), Bollywood Dreams, de Beatriz Seigner (2009), Reflexões de Um Liquidificador, de André Klotzel (2010), Estamos Juntos, de Toni Venturi (2011), Os Amigos, de Lina Chamie (2013) e De Menor, de Caru Alves de Souza (2013).

 

 

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WILL ROBSON, DJ e produtor musical, já discotecou em casas noturnas como D-Edge, Ampgalaxy, Hotel Unique, Urbano Club, 00 (Rio de Janeiro), Casa do Castelo (Algarve-Portugal), Azucar; Em eventos: Vivo Open Air, Festival DJ Fest em Luanda-Angola, Pepsi Stage – Skol Beats, Mundo Mix PT (uma versão do MMMix patrocinado pela PT Comunicações) acontece em cidades como Lisboa, Coimbra, Lagos e Porto, lounge da Nokia dentro do evento Sonarsound dia, Parque Lage (RJ), FIAT/Ferrari, Bar do Teatro HAU (Berlim); Produção artística: Dan Nakagawa, Dakor, Fulerô o Esquema, Mariana Belém, Pedro Lima, Coletivo 177, remix de Fafá de Belém; Projetos Musicais: DJ Malocca (estilo brazilian beats+breakz lançado em Portugal e Japão), Bossa8 (bossatrônica +sambas raros), Quebrante Sound System (rap afrobeat e breakz cantado em espanhol, francês e inglês), Frente 3 de Fevereiro; Trilhas: Parlapatões, Doc Dog, Grupo Teatral Maquinaria (H2O), Cia Cachorra (Voraz), Samsung, Bradesco-Previdência.

 

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SILVANA MARCONDES, artista plástica, trabalha com figurinos, bonecos, adereços e cenografia em diversas áreas. No Teatro tem realizado figurinos e cenários para diversas companhias e recebeu o Prêmio Shell de Teatro 2008 na categoria Figurino, Prêmio Panamco de Teatro Infantil 2003 na categoria Figurino, e foi indicada para Prêmio Revelação Panamco 2002, Prêmios Coca Cola Femsa 2004 de Figurino e Cenário. Na moda trabalha com o estilista Jum Nakao desenvolvendo projetos especiais, como a coordenação da confecção das roupas de papel do desfile “A Costura do Invisível” em junho de 2004, em maio de 2005 apresentou este mesmo desfile nas Galerias Lafayette em Paris, e em fevereiro de 2006 levou alguns trajes para a exposição Showtime no Musée Galliera, Paris. Na televisão esteve na coordenação e co-criação junto a Jum Nakao, dos figurinos de papel na mini-série “Hoje é dia de Maria”, veiculada em janeiro de 2005 na rede Globo. Na segunda etapa “Hoje é Dia de Maria – 2ª Jornada”, trabalhou como Figurinista Assistente na mini-série que veiculou em outubro de 2005.

 

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ZECA CALDEIRA, nascido no Rio de Janeiro, começou a carreira profissional em 1999, como assistente de Luiz Garrido e Sérgio Pagano. A formação em estúdio e o aprendizado no trabalho editorial, contribuíram para que em 2000, fosse selecionado a participar do programa Curso Abril de Jornalismo para Revistas. Mudou-se para São Paulo, onde se estabeleceu como fotógrafo freelance, em 2001. Ainda este ano, foi chamado para Editora Três, na qual fotografou para as revistas do grupo IstoÉ, até 2007. Desde 2005, é também integrante do coletivo casadalapa, projeto, do qual foi um dos fundadores, e que hoje reúne cenógrafos, designers, videomakers, fotógrafos, músicos, DJs, grafiteiros e artistas. Ganhador do Prêmio New Holland de Fotojornalismo Internacional 2007, Caldeira também participou de exposições, mostras e salões, como a individual de outubro de 2006, no Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), pelo projeto Novos Talentos. Em 2008, mudou-se para Londres, onde formou-se mestre em Photography and Urban Culture, pela University of London, Goldsmiths College.  E onde desenvolveu e expôs dois projetos que tratam do cotidiano e da vida do cidadão comum. Hoje, de volta ao Brasil, atua como fotógrafo freelancer para revistas do grupo Abril e realiza trabalhos corporativos. Também atua na produção de audiovisual onde destaca-se a participação no projeto Enquadro, selecionado pelo programa Rumos do Itaú Cultural em 2010.

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